March 28, 2012


Conto Erótico I

Ela já não o via há uns dias. Cada vez que pensava nele imaginava-o a despir a sua t-shirt preta e a ficar de tronco nu a olhar para ela através dos seus óculos que a deixam louca. Imaginou-o de pé, no seu quarto, com a luz ténue mas suficiente para ela ver bem os seus braços fortes e os seus ombros… a Conchita mordeu-se toda só de se imaginar a agarrar-se a ele enquanto ele a fodia. Com esta imagem no pensamento, vestiu um top branco, sem soutien e uma mini-saia preta rodada e de cintura subida, deixando as suas curvas bem acentuadas.

Enquanto conduzia para ir ter com ele, já só pensava na língua molhada do Carlitos a percorrer-lhe o interior das coxas e isso bastou para que as suas cuequinhas ficassem logo húmidas. «Bolas!» - pensou a Conchita. «Ainda nem cheguei e já estou a molhar as cuecas.», pelo que acelerou a fundo cheia de vontade de chegar lá rápido. Assim que bateu à porta já a sua respiração estava um pouco ofegante. O desejo era imenso e ela já sentia o clítoris dorido de tanta excitação. «Deixas-me sempre com o pipi aos saltos» - pensou ela enquanto ouvia os passos dele para lhe vir abrir a porta.

Assim que o viu, a Conchita não pode deixar de entreabrir a boca. À porta estava o Carlitos só com uns boxers pretos e justinhos que deixavam o seu caralho duro bem  visível, quase com a ponta de fora. Ele despiu-a com um só olhar, sorriu de forma marota e convidou-a para entrar «Estou só a acabar de jantar, entra.» Beijou-a ao de leve na boca, o que só deixou a Conchita ainda mais impaciente e levou-a para a cozinha.

A temperatura do corpo dela estava a aumentar e quis beber um copo de água. Virou-se de costas para o armário e pôs-se de biquinhos dos pés para ir buscar um copo ao armário, o que fez com que empinasse o rabinho para cima. Sentiu logo uma mão quente a acariciá-la por baixo da saia e corou, mas não disse nada. O Carlitos apertou então o seu corpo contra o dela e deixou que ela sentisse o seu caralho bem duro. Com um gemido de prazer a Conchita deixou-se molhar mais um pouco e, como se ele adivinhasse, levou os dedos às cuecas e sentiu os lábios carnudos e molhados dela por cima do tecido. Não demorou muito até os fazer deslizar para dentro das cuecas e começou a molhá-los na cona dela e a brincar muito devagarinho,esfregando-os no clítoris. «Tens a cona tão molhada Conchita» - sussurrou-lhe ele ao ouvido, ao que ela respondeu envergonhada «Não tenho nada…», mas mentia porque sentia as ondas de prazer a percorrerem-lhe o corpo, os mamilos duros a surgirem pelo top e levou a outra mão dele até às suas mamas, gemendo cada vez mais, sem se conseguir conter.

Carlitos virou-a de frente, pegou-lhe pela cintura e sentou-a na bancada. Abriu-lhe as pernas e disse «Vou-te lamber toda…» e enterrou a cabeça no meio das pernas da Conchita. Foi impossível ela conter os gemidos, a língua dele cheia de saliva misturava-se com os líquidos dela e ele lambeu-lhe a cona toda, primeiro devagarinho e aumentando o ritmo depois, enquanto lhe enfiava dois dedos ao mesmo tempo. A boca dele já estava completamente suja e molhada quando ela se veio sem conseguir controlar um grito de prazer. Ela quis beijá-lo na boca e sentir o seu próprio sabor e depois pediu «Fode-me toda Carlitos». Ele agarrou-a e virou-a de 4 em cima da bancada, ela empinou o rabo e deixou-se abrir para que ele pudesse ver bem a sua cona completamente aberta e molhada à espera daquele caralho duro e grosso que ela há muito desejava.

Ele fodeu-a com muita força, foi bruto com ela, agarrou-a bem e penetrou-a até ao fundo sem parar. A Conchita gritou, um misto de dor com prazer. «És tão bruto!» - queixou-se ela, mas ele não ligou e penetrou-a com mais força ainda, enquanto ela continuava a empinar o rabo para cima e a abrir a cona com as mãos. «Quero-me vir na tua boca Conchita» - disse ele e, próximo do orgasmo, virou-a e enfiou-lhe o caralho molhado na boca dela. Ela chupou-o cheia de desejo, lambeu-o como se fosse uma menina pequenina a lamber um chupa-chupa, enfiou-o fundo na boca até sentir a cabeça do caralho a roçar-lhe a garganta e passado um pouco sentiu um jacto bem quente e espesso a inundar-lhe a boca. Quase se engasgou, babou um bocadinho de esporra para fora mas ele disse-lhe «Chupa tudo até ao final» e ela lambeu a esporra toda que tinha deixado cair no caralho dele e na sua mão, que nem uma menina bem comportada a beber o seu leitinho. <3

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March 19, 2012


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À trois.

(Source: savorypics)

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A Chonchita é uma gatinha curiosa e às vezes fica a e pensar «E se&#8230;?»

A Chonchita é uma gatinha curiosa e às vezes fica a e pensar «E se…?»

(Source: maged2166)

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March 14, 2012